
Despertei, gélida de saudade…
Os primeiros raios de sol procuravam aquecer-me, numa cumplicidade quase tangível.
Nos últimos tempos, tenho deixado uma serenidade aparente acompanhar os meus dias. À minha volta, gira a vida daqueles com quem partilho espaço… sinto que este meu “estar” aparente, lhes trouxe o que necessitavam e, de certa forma, isso tranquiliza-me…
… mas, dentro de mim, um turbilhão de emoções percorre-me, em busca de um ponto de fuga…
Longe desse nicho, liberto o Sentir, as amarras que prendem as minhas asas e voo…
Os primeiros raios de sol procuravam aquecer-me, numa cumplicidade quase tangível.
Nos últimos tempos, tenho deixado uma serenidade aparente acompanhar os meus dias. À minha volta, gira a vida daqueles com quem partilho espaço… sinto que este meu “estar” aparente, lhes trouxe o que necessitavam e, de certa forma, isso tranquiliza-me…
… mas, dentro de mim, um turbilhão de emoções percorre-me, em busca de um ponto de fuga…
Longe desse nicho, liberto o Sentir, as amarras que prendem as minhas asas e voo…
Nesses breves momentos, uma força repleta de cor invade o meu Ser.
Ali!
É lá que desejava permanecer… sempre!
… mas “sempre” não me permito… irei até lá quantas vezes desejar…
Ali!
É lá que desejava permanecer… sempre!
… mas “sempre” não me permito… irei até lá quantas vezes desejar…
... até mim.
A corda invisível que me amarra, guia-me de volta até Aqui…
Manela
A corda invisível que me amarra, guia-me de volta até Aqui…
Manela

Sem comentários:
Enviar um comentário