sexta-feira, 9 de outubro de 2009


09/10/09
Sou…

Sou Nada…
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Encarcerada,
entre grades invisíveis,
geme de Dor...
Acorda o corpo que a prende,
liberta sofrer permanente,
ao dia que desponta.
Num bailar,
de encantamento doente…
… lento definhar…
A luz que sou,
perdi…
Embrenhada nesta cegueira,
luto para me afogar,
na sede de Viver!
Perder-me?
Encontrar-me?
O que tiver de ser…
Assim, sou Nada…
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Manela

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