
09/10/09
Sou…
Sou…
Sou Nada…
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Encarcerada,
entre grades invisíveis,
geme de Dor...
Acorda o corpo que a prende,
liberta sofrer permanente,
ao dia que desponta.
Num bailar,
de encantamento doente…
… lento definhar…
A luz que sou,
perdi…
Embrenhada nesta cegueira,
luto para me afogar,
na sede de Viver!
Perder-me?
Encontrar-me?
O que tiver de ser…
Assim, sou Nada…
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Manela
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Encarcerada,
entre grades invisíveis,
geme de Dor...
Acorda o corpo que a prende,
liberta sofrer permanente,
ao dia que desponta.
Num bailar,
de encantamento doente…
… lento definhar…
A luz que sou,
perdi…
Embrenhada nesta cegueira,
luto para me afogar,
na sede de Viver!
Perder-me?
Encontrar-me?
O que tiver de ser…
Assim, sou Nada…
De Alma impregnada,
do que não consinto libertar…
Manela

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